Palmeiras até na neve…

Um feliz ano novo aos amigos palmeirenses do Brasil e do mundo! Independente de vitórias ou títulos no futebol, o  importante nesta vida é ter saúde, paz e muita energia positiva!

Na foto: Paula (minha filha) e eu (foto tirada por Marli, minha esposa). Local: Urbana (cerca de 200 km ao sul de Chicago) sede da Universidade de Illinois. Temperatura:  -4oC.

God bless Barcelona!

Depois de uma temporada de jogos nivelados (por baixo) no Brasileirão, de ouvir discursos de técnicos retranqueiros pregando o “marcar em cima”, com sistemas táticos para “entrar fechadinho jogando nos erros do adversario”, de ver até mesmo nosso Verdão, que um dia já foi Academia, atacando apenas na forma do bumba-meu-boi chuveirinho na área, de ver um Flamengo campeão só por que errou menos (e não porque teve mais méritos), de ver tanto time jogando só na base da retranca e do contra-ataque, como é bom ver um time como o Barcelona não só jogando bem, com um toque de bola maravilhoso, como também privilegiando a posse de bola e ainda ganhando campeonatos! E os truculentos do Estudiantes achavam que iriam repetir a artimanha dos bambis e dos colorados de há alguns anos atrás que entraram “fechadinhos” (quer dizer, retrancona tipo Juventus da Rua Javari), acharam um gol por acaso e saíram celebrados como os “campeões do mundo” que só os seus torcedores acreditaram ser verdade. O Barcelona passou por cima de tudo. Do azar de seus próprios atacantes. Da péssima arbitragem mexicana. Da violência dos argentinos boludos. Sei que é pedir muito, mas que o sucesso do Barça sirva pelo menos de inspiração para os técnicos do futebol brasileiro e mundial para 2010.

Quem vai ser o atacante deste time?

A pergunta deste final de ano é: quem vai jogar de atacante no Verdão em 2010? O Robert e o Lovinho?

Obina já era. Ortigol já se foi (“muito caro”, segundo a diretoria). Marquinhos e Williams estão de saída. Vagner Love já está até no Rio dando entrevista na Globo como jogador do Urubu (“só falta detalhes”, disse ele. O “detalhe” é apenas informar o Palmeiras da transação…). Lenny também parece fora dos planos. Kleber Gladiador é difícil, já afirmou Cipullo. E Valdivia, que nem é atacante, foi sonho de um twitter de verão. Portanto só restaram Robert, cujo contrato acabou mas poderá ser renovado, e a eterna promessa Daniel Lovinho. Ou será que o zagueiro Marcão não quebraria o galho lá no ataque?

Atalho para Lib-2011 pode ser fácil

Analisando a tabela e o diagrama de fases da copa do Brasil 2010 divulgado pela CBF, pode-se até chegar à conclusão que o caminho do Verdão nesse torneio mata-mata, que dá uma vaga para a Libertadores de 2011, é aparentemente mais fácil do que se esperava. O diagrama de fases inclui todos os jogos da 1a fase da copa do Brasil assim como todos os possíveis cruzamentos de adversários até a final. O mais interessante é que adversários mais tradicionais (ou potencialmente complicados) como Fluminense, Grêmio, Santos, Atlético-MG, ou até mesmo Coritiba, Portuguesa, Paraná e Sport estão do lado oposto ao Verdão no diagrama de fases. Isso quer dizer que, se tivermos que pegar um desses times, seria somente na final do torneio.

Do nosso lado do diagrama de fases, poderíamos pegar Atlético-PR, Botafogo, Vitória ou Goiás, e Vasco, o que eu considero um caminho relativamente mais fácil. Claro que em termos de Palmeiras, se lembrarmos de Asa de Arapiraca, Ipatinga ou dos fiascos recentes diante de Náutico e Santo André, é preciso ter cuidado em se referir a times de menor expressão como “fracos”. Mas assumindo que a turma lá do Palestra vá criar vergonha na cara, e encarar 2010 com mais raça, temos chances de zarpar na copa do Brasil e só enfrentar adversário realmente complicado na final ou semifinal.

Vejamos: nosso adversário imediato é o Flamengo do Piauí. Passando pelo fraco time piauiense, pegaríamos o vencedor de Paysandu (PA) e Potyguar (RN). O próximo adversário sairia da chave entre Atlético-PR x Vilhena (RO) e Sampaio Correa (MA) x São Domingos (SE). Se der a lógica pegaríamos o Atletico-PR nas oitavas de final. Passando pelo time paranaense, encararíamos um quarta-de-final contra o vencedor de confrontos envolvendo Botafogo-RJ, São Raimundo (PA), Santa Cruz, América (AM), Bahia, Vitória-ES, Atlético-GO, ASSU(RN), ou seja provavelmente Botafogo do Rio ou Atlético Goianiense que subiu para a Série A este ano.

Pensando mais adiante, nosso adversário de semifinal viria da parte de cima do diagrama (mas ainda nosso lado) em que, se der a lógica, o Vasco teria que passar pelo Ceará (subiu este ano para a Série A) e depois pelo vencedor de Goiás e Vitória ou Náutico.

Se montarmos um elenco mais experiente, mais copeiro e menos pipoqueiro, temos a chance de ganhar uma vaga na próxima Libertadores mais cedo que imaginávamos. Acho inclusive que a comissão técnica deveria relegar o Paulistão-2010 a segundo plano e entrar com força total na copa do Brasil.

O melhor e o pior do Verdão em 2009

O melhor:

-          Pierre: simplesmente o monstro do time, sua ausência mostrou o quanto é importante.

-          Danilo: não foi perfeito, mas na reta final do campeonato mostrou que é grande zagueiro.

-          São Marcos: teve algumas falhas cruciais que nos custaram pontos, mas fez varios e varios milagres no campeonato que garantiram vitórias.

-          A torcida: pagou um dos ingressos mais caros do Brasil, fez do Verdão um dos clubes que mais arrecadou, e apoiou o time mesmo nos momentos ruins.

-          Jorginho: fez o time arrancar para o topo da tabela, mostrou humildade para ajudar Muricy, e despontou como um grande novo técnico.

-          Souza: sim, o Souza. Caiu de produção com a ausência de Pierre, mas antes disso mostrou muita raça e dedicação. Despontou das trevas do time B para o time titular, algo raro em se tratando de Palmeiras.

-          Belluzzo: terminou o ano sofrendo zombarias da imprensa, da oposição no clube e até de membros da torcida, mas olhando em perspectiva fez tudo certo: segurou os jogadores importantes, contratou o melhor técnico no momento, peitou o STJD, mostrou claramente o câncer da arbitragem. Isso sem falar no bom trabalho de seu departamento de marketing. Mas no final, foi deixado sozinho na luta, por covardia da imprensa e dos demais setores do clube.

-          Traffic: apesar de sempre levar em conta seus próprios interesses financeiros, foi uma parceira que acreditou no titulo e no meio do ano segurou suas estrelas no time.

-          Partidas inesquecíveis: vitórias épicas sobre o Flamengo no Rio (era Jorginho) e sobre o Cruzeiro no Mineirão (ápice da era Muricy).

-          Gols inesquecíveis: Diego Souza do meio de campo contra o Atlético MG no Palestra, Cleiton Xavier nos minutos finais contra o Colo Colo no Chile pela Libertadores.

-          Acima das espectativas: Ortigoza, Figueroa, Cleiton Xavier.

O pior:

-          Vágner Love e Diego Souza: as grandes decepções do ano. Deveriam ter sido a base para levar o time ao título, mas pipocaram de forma ridícula. Love está há apenas 6 meses no clube e talvez mereça mais tempo para engrenar. Já DS7 está no clube há dois anos e seria melhor aceitar alguma oferta lucrativa para ir jogar na Europa para que o clube use o dinheiro trazendo alguém mais motivado.

-          Edmilson: era para ser o líder do time em campo, mas mostrou porque estava na reserva do Villareal. Lento na marcação, ruim no desarme, arrogante às vezes ao lidar com os mais jovens. Salário alto, dinheiro jogado fora. Que o liberem e usem a grana para manter Pierre, Souza e trazer outro reforço no setor.

-          Keirrisson: chegou como a esperança de gols e títulos, mas acabou virando símbolo de jogador mercenário e pipoqueiro – mais dinheiro jogado fora.

-          Willians e Marquinhos: as grandes revelações do Brasileirão em 2008, não suportaram a pressão de jogar num time grande como o Palmeiras. Como são jovens, talvez mereçam mais uma chance para continuar no elenco mas no momento apenas para compor banco.

-          Diretoria de futebol do clube (Cipullo, Genaro, Toninho Cecilio, etc.): fracos nos bastidores, alheios aos problemas internos do elenco, parece que deixaram o circo pegar fogo dentro e fora do clube. Precisamos de gente mais atuante no setor.

-          Muricy: pegou o bonde andando, com um elenco desequilibrado, também merece mais tempo para mostrar o que sabe. Mas é preocupante sua insistência com alguns jogadores claramente fora de contexto, com formações táticas inapropriadas e por sua ineficiência em lidar com atritos internos no elenco. A briga pública entre Maurício e Obina mostrou que não tinha controle sobre o grupo.

-          Torcedores da Mancha que agrediram jogadores. Alem de ser ato totalmente antiquado, só serviram para tumultuar o ambiente e dar forças para os rivais.

-          Oposição (gente como Piraci, Rizzo, Mustafa e cia.): não abriram o bico para defender o clube quando fomos roubados pelo Simon ou pelo STJD, mas agiram como hienas e pediram a cabeça de Belluzzo quando este foi punido no tribunal

-          Jogadores que deveriam ser dispensados imediatemente: Marcão, Jeferson, Paulo Miranda, Jumar (foi para o Vasco), Sandro Silva, Henrique.

-          Momentos amargos que palmeirense nenhum vai esquecer: a derrocada final diante de times que seriam rebaixados. Depois do ano em que fomos rebaixados (2002) muitos acreditam que 2009 foi o pior ano da história recente do Palmeiras. Não acredito. Foi uma decepção imensa, mas ao contrário dos anos anteriores no inicio desta década, pelo menos estivemos disputando títulos ao invés de apenas fugindo de rebaixamento.

Titanic

A derrota de hoje para o Botafogo no Rio e a perda da vaga na Libertadores coroou adequadamente, sem deixar quaisquer dúvidas, a maior pipocada da história do Palmeiras. Os acontecimentos que se desenrolaram no segundo tempo da partida de hoje, com o elenco totalmente descoordenado sem poder de reação contra um adversário esforçado mas tecnicamente fraco, com Mauricio Ramos dando uma furada digna de vídeo de comédia, Vagner Love desbaratinado correndo à toa, e a estrela do time, Diego Souza, tendo que ser contido para não brigar em campo com seu proprio companheiro de time, Danilo – tudo isso foi no fundo um retrato do que o time tem feito nos últimos meses. Isso sem falar no técnico, Muricy, o melhor do país nos últimos 4 anos, que tentava buscar a vitória com modificações que não faziam sentido algum (sai Sacconni entra Sandro Silva? Armero por Wendel?).

Assim como ocorreu com o Titanic que partiu de forma luxuosa para afundar de forma espetacular e sequer terminar a viagem, a temporada do Palmeiras implode de forma estrondosa, um verdadeiro presente para nossos rivais na imprensa, para gente da oposição do clube e, inclusive, para certos desmiolados de nossa torcida “organizada”, alguns dos quais poderiam se ”organizar” e ir apoiar outros times na próxima temporada.

Ao longo da temporada tivemos os dois técnicos mais caros e mais badalados do país. Contratamos as maiores revelações do Brasil no ano passado (Keirrison, Marquinhos e Williams, que há muito tempo estão fora do time), sem falar que mantivemos o grande jovem talento do país nos últimos anos (Diego Souza). Repatriamos o maior centroavante da história recente do clube (Vagner Love, que chegou em forma com excelente campanha no futebol russo). Com o apoio de um parceiro forte, conseguimos fechar a janela européia e segurar todos os talentos do time. Mas pecamos por fraqueza (e inocência ) nos bastidores e nos tribunais, tivemos uma comissão tecnica (técnico, director de futebol, etc.) que não souberam administrar a feira de vaidades que se tornou o time, que culminou com derrotas ridículas para equipes hoje rebaixadas, com jogadores brigando a socos entre si em campo, e um elenco aterrorizado com medo de tomar tijoladas e golpes de picolé dos torcedores na rua.

Não tem como tentar dissimilar os eventos: foi a pipocada do século. E esse elenco ficará marcado pela covardia, egoismo e falta de personalidade.

Quem paga mais o pato não são os jogadores (muitos dos quais irão para o exterior ou outros clubes nacionais sentados em gordos salários), ou os diretores (que continuarão desfilando sua incompetência diante das câmeras), ou mesmo Muricy (que, se for demitido amanhã, terá uma fila de clubes pretendentes batendo em sua porta). Quem paga o pato é o torcedor comum, o “não organizado”, aquele que de uma maneira ou outra investiu no clube (comprando camisas, pagando $ 40 para ir ao estádio, viajando para acompanhar o time em outros estados, ou até mesmo pagando assinatura de TV para ver pipocada semana após semana). O mesmo torcedor que vai passar o resto do ano, e o inicio do próximo, de cabeça baixa, com um gosto amargo na boca e suportando zombaria dos gambás e bambis.

Um lugar na história, com certeza

Aconteça o que acontecer este final de semana, após a última rodada do Brasileirão, este elenco de jogadores do Palmeiras já tem reservado um lugar na história do clube e do futebol brasileiro. O lugarzinho na historia já está garantido. Resta saber de quê lado.

Se, por uma combinação de resultados e eventos graças aos deuses do futebol, acabarem campeões, serão lembrados como os personagens de uma reviravolta espetacular, um conto de fantas do mundo da bola, um título arrancado quando quase ninguém acreditava. Serão lembrados pelo fato de que, independente de todos os obstáculos (criados pelos outros ou por si próprio) que possam surgir, existe sempre a esperança de vencer uma situação dificil e sair-se campeão.

Se, por outro lado, e é o que é mais provável, não se sagrarem campeões, vão ocupar aquele lado amargo da história, nos anais da vergonha do clube, como os personagens de um naufrágio futebolístico de proporções titânicas. Vão ser lembradps como os jogadores que participaram da pipocada do século, um time que abriu uma larga vantagem na ponta da tabela na reta da final do campeonato, para não só perder esta vantagem mas para entregá-la quase que voluntariamente, diante de rivais pífios, a maioria dos quais nem vai estar jogando na divisão principal do futebol brasileiro. Colunistas e comentaristas continuarão até o final do ano e boa parte do próximo, tentando interpretar os motivos da pipocada do seculo: foi por causa da feira de vaidades que se instalou no elenco, foi por falta de commando, foi por falta de fibra moral e personalidade para resistir à pressão de manter a liderança?

Diego Souza, Vagner Love, Marcos, Marcão, Jumar, Danilo, Edmilson, e tantos outros – seu lugar na história já está assegurado. Resta saber de quê lado da historia. Domingo às 19:00 todos saberemos.

Os 3 patetas que torçam para outro time

Covarde, ridícula e criminosa a agressão que os três “torcedores” do Palmeiras fizeram ontem contra Vagner Love, assim como foram covardes e criminosas as pedradas contra o ônibus do time há alguns dias. Faltando poucos dias para a rodada final do Brasileirão que poderá decidir nosso futuro na Libertadores e, quem sabe, ate o título, a ação desses torcedores só serviu para desestabilizar o grupo e dar munição para a imprensa carniceira jogar mais lama sobre o Verdão. É quase inacreditável que esses elementos se julguem mesmo torcedores do Palmeiras. Se forem, que procurem outro time para adotar – vão ser bambis, gambás, urubus, qualquer coisa, menos palmeirenses! Esses três torcedores tem tido, pela imprensa, seus nomes aliados a Mancha Alviverde, e seria interessante que a Mancha se pronunciasse sobre o episódio.

Os potes para o sorteio da Copa

De acordo com os cabeças-de-chave e potes anunciados pela FIFA para o sorteio da copa de 2010 para esta 6a feira, podem-se especular várias combinações para os possíveis grupos do Brasil. Nos dois extremos, estão um grupo extremamente difícil e um relativamente fácil:

Grupo da morte: Brasil, México, Costa do Marfim (ou Gana) e França.

Grupo mamão-com-açucar: Brasil, Coréia do Norte, Argélia e Eslovênia.

[Considerando a tradição e a forma dos times, o Brasil teria tudo para vencer até mesmo o grupo da morte.]

Pote 1: África do Sul, Brasil, Itália, Espanha, Inglaterra, Argentina, Holanda, Alemanha.
Pote 2: Austrália, Japão, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Honduras, México, Estados Unidos, Nova Zelândia.
Pote 3: Costa do Martim, Camarões, Gana, Argélia, Nigéria, Chile, Paraguai, Uruguai.
Pote 4: França, Portugal, Dinamarca, Eslovênia, Eslováquia, Suíça, Sérvia, Grécia.

E tudo vai depender do Santo André…

Depois da pipocada dos bambis na última rodada, voltamos a ter chances (um pouco remotas, mas existentes) de nos sagrarmos campeões neste final de semana. Apesar de não ser bom para o coração ou o fígado, a tentação da calculadora é muito grande. Precisamos de ganhar do Botafogo lá no Rio (o que provavelmente significaria o rebaixamento do time carioca), torcer para que Flamengo e Inter nao vençam seus jogos e que os bambis nao ganhem seu jogo contra o Sport por saldo de mais de 3 gols acima de nosso placar.

O que não se comenta muito é que a chave para nosso título passa quase que totalmente pelo Santo André. O Santo André que precisa vencer o Inter em pleno Beira-Rio e torcer para que nós derrotemos o Botafogo para se salvar do rebaixamento. Para que nós tenhamos alguma chance de título, o Santo André não pode perder do Inter no Beira-Rio. O desempenho (e resultado) do Santo André vai tambem influenciar o que o Grêmio vai fazer no Maracanã.

O Grêmio caminha a linha tênue entre não endurecer o jogo contra o Flamengo (para que seu arqui-rival Inter não se torne campeão brasileiro), e não amolecer o jogo de forma tão ostensiva (para evitar um clamor nacional e provavelmente eventuais punições jurídicas). Sinceramente acho que o Grêmio vai acelerar ou desacelerar seu ritmo durante o jogo no Maracanã dependendo do desenvolvimento do jogo Inter x Santo André. Se os autofalantes do Maracanã anunciarem que o Santo André esteja perdendo o jogo lá no Sul, o Grêmio imediatamente tirará o pé do acelerador e sutilmente irá deixar o Flamengo ganhar. Por outro lado, se ouvir que o Santo André está endurecendo o jogo contra o Inter, o Grêmio poderá segurar o resultado no Maracanã (para passer a impressão de profissionalismo) o que nos poderá favorecer.

Portanto, vamos lá, Santo André! Vamos lá, Marcelinho Carioca Nojentinho!